Ser jovem em paz!!
Neste artigo, nosso colaborador habitual (em língua espanhola) no espaço "Fórum", o bispo de San Cristobal de las Casas, México, Felipe Arizmendi Esquivel, comenta a mensagem para o Dia Mundial da Paz, que incide sobre a educação da juventude para que possam ser construtores de paz e não se deixem seduzir por ambientes violentos.
FATOS
Muitos assassinos e seqüestradores são jovens. Sem oportunidade de estudo ou trabalho, são recrutados pelo crime organizado, que os obriga a vender drogas, extorquir, matar. Jovens agricultores são levados a cultivar e cuidar de plantações de maconha e outras drogas, das quais não são proprietários. Outros, buscadores de novas sensações, se organizam em gangues ou pequenos grupos para beber, se divertir, vagabundar e viver às custas de seus pais ou do que eles roubam. Alguns se gabam das pixações, nas quais marcam seus territórios, seus sentimentos, suas rejeições sociais, sem respeitar as casas de outras pessoas e nem monumentos históricos.
Outros emigram e deixam suas comunidades, por necessidade econômica ou por convite de outros que já viveram essa experiência. Perdem a sua cultura, a riqueza da sua língua, seus costumes, sua vivência familiar e comunitária; tornam-se individualistas, interessados principalmente no dinheiro; se prostituem, se contagiam de atitudes e de critérios destrutivos, também de AIDS, que transmitem também ao seu redor. Quando retornam, se sentem estranhos; criticam os mais velhos e os seus compatriotas; contaminam a outros jovens com hábitos imorais; tomam drogas para se sentirem fortes; querem dar a impressão de que são grandes e bem sucedidos só porque usam celulares modernos, brincos, roupas e penteados extravagantes, camisas com sinais em Inglês, música aos berros. Muitos mudam de religião, ou se distanciam completamente de Deus.
CRITÉRIOS
Na sua mensagem deste ano para o Dia Mundial da Paz, o Papa Bento convida-nos a educar os jovens para serem construtores de justiça e paz, com a ajuda da família, das instituições educacionais, dos responsáveis políticos, da mídia e da Igreja. Nos convida a "prestar atenção ao mundo juvenil, para saber ouví-lo e apreciá-lo. É necessário transmitir aos jovens uma apreciação pelo valor positivo da vida, incutindo neles o desejo de gastá-la à serviço do bem. Este é um dever no qual todos estamos empenhados em primeira pessoa. A Igreja olha para os jovens com esperança, confia neles e incentiva-os a buscar a verdade, a defender o bem comum, a ter uma mente aberta sobre o mundo e olhos para ver coisas novas." Ele lhes diz: "nunca estais sozinhos. A Igreja confia em vós, vos segue, vos anima e vos deseja oferecer o que ela tem de mais valioso: a possibilidade de levantar os olhos para Deus, de encontrar a Jesus Cristo, Aquele que é a justiça e a paz".
O que fazer em concreto? O Papa diz: "Para ser verdadeiramente construtores da paz, devemos ser educados na compaixão, na solidariedade, na colaboração, na fraternidade; temos que estar ativos dentro das comunidades e atentos para despertar as consciências sobre as questões nacionais e internacionais, e sobre a importância de buscar formas apropriadas de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, da cooperação ao desenvolvimento e da resolução de conflitos. Convido especialmente os jovens, que sempre mantiveram vivos os ideais, a terem a paciência e a perseverança de perseguirem a justiça e a paz, de cultivar o gosto pelo que é certo e verdadeiro, mesmo quando isso possa implicar sacrifício e ir contracorrente. "
PROPOSTAS
Os jovens precisam ser ouvidos. Dediquemos a eles parte do nosso tempo.
Os jovens são inquietos. Atendámos-lhes com paciência e serenidade; não queiramos que sejam como adultos; amadurecer é um processo lento, que não pode ser violentado.
Os jovens são dinâmicos e generosos. Organizemos com eles não só dinâmicas para entretê-los, mas atividades que lhes façam experimentar como é bonito servir a Deus e a comunidade. Por exemplo, propor-lhes uma abordagem criativa da Palavra de Deus e da oração, visitar os doentes, deficientes, campanhas para limpar ruas e estradas, plantio de árvores e proteção de nascentes, workshops de cura psicológica nas relações familiares, etc. Assim, eles vão se educando para serem portadores de justiça, de amor e paz.
(Fonte: ZENIT)
Quando o amor é verdadeiro
Jason Evert
Nunca se pode avaliar uma relação pela intensidade dos sentimentos, porque eles vão e vêm, sobem e baixam.
Sentir-se apaixonado é emocionante, mas nunca se deve confundir a emoção com o amor. Por exemplo, um rapaz pode ter sentimentos verdadeiros por uma garota, mas isso não garante que ele a ame. A verdadeira medida do amor é fazer o bem à pessoa amada. Claro, isso não é fácil. Por isso o amor verdadeiro é algo escasso, e isso o faz mais belo e valioso.
O contrário de amar é usar. Por exemplo, os rapazes frequentemente usam as garotas para sua satisfação física, e as garotas usam os rapazes para sua satisfação social ou emocional. Mas nunca estão satisfeitos.
Tenho falado com milhares de alunas de colégio e de universidade e nunca encontrei uma garota sequer quer quisesse ter uma série de relações físicas. Mas encontrei, sim, um número incontável de mulheres que buscam o amor fazendo isso. Talvez estejam confundindo a atração física com o amor, ou buscam confirmar seu próprio valor, coisa que seus pais nunca lhes demonstraram. De qualquer maneira, essas garotas não encontraram o que buscavam.
Da mesma maneira, encontrei-me com “sedutores” que dizem que desejam saber como é amar a uma mulher em vez de usá-la ou de fazer-lhe mal. Não era sua intenção ferir as garotas, mas ninguém lhes ensinou como tratar as mulheres com reverência. Insatisfeitos com uma vida de “ficas” e sexo casual, no longo prazo se deram conta de que o conquistar uma mulher sexualmente era perder a razão pela qual são homens. Unicamente na entrega de si mesmos em um amor autêntico podiam se encontrar.
Se você vive uma vida sexual ativa e está tratando de descobrir se realmente é amor, faça a prova do amor. Retire a parte sexual de sua relação e viva a virtude da castidade. Quando passa a paixão sexual, se pode ver se havia amor desde o princípio, se lhe amam como pessoa. Não tenha medo de fazer isso, porque somente quando o amor é colocado à prova é que se pode ver seu verdadeiro valor.
Fonte:Blog Carmadélio
Nunca se pode avaliar uma relação pela intensidade dos sentimentos, porque eles vão e vêm, sobem e baixam.
Sentir-se apaixonado é emocionante, mas nunca se deve confundir a emoção com o amor. Por exemplo, um rapaz pode ter sentimentos verdadeiros por uma garota, mas isso não garante que ele a ame. A verdadeira medida do amor é fazer o bem à pessoa amada. Claro, isso não é fácil. Por isso o amor verdadeiro é algo escasso, e isso o faz mais belo e valioso.
O contrário de amar é usar. Por exemplo, os rapazes frequentemente usam as garotas para sua satisfação física, e as garotas usam os rapazes para sua satisfação social ou emocional. Mas nunca estão satisfeitos.
Tenho falado com milhares de alunas de colégio e de universidade e nunca encontrei uma garota sequer quer quisesse ter uma série de relações físicas. Mas encontrei, sim, um número incontável de mulheres que buscam o amor fazendo isso. Talvez estejam confundindo a atração física com o amor, ou buscam confirmar seu próprio valor, coisa que seus pais nunca lhes demonstraram. De qualquer maneira, essas garotas não encontraram o que buscavam.
Da mesma maneira, encontrei-me com “sedutores” que dizem que desejam saber como é amar a uma mulher em vez de usá-la ou de fazer-lhe mal. Não era sua intenção ferir as garotas, mas ninguém lhes ensinou como tratar as mulheres com reverência. Insatisfeitos com uma vida de “ficas” e sexo casual, no longo prazo se deram conta de que o conquistar uma mulher sexualmente era perder a razão pela qual são homens. Unicamente na entrega de si mesmos em um amor autêntico podiam se encontrar.
Se você vive uma vida sexual ativa e está tratando de descobrir se realmente é amor, faça a prova do amor. Retire a parte sexual de sua relação e viva a virtude da castidade. Quando passa a paixão sexual, se pode ver se havia amor desde o princípio, se lhe amam como pessoa. Não tenha medo de fazer isso, porque somente quando o amor é colocado à prova é que se pode ver seu verdadeiro valor.
Fonte:Blog Carmadélio
O amor é mais forte que o pecado
Padre Agostinho Cruz
afs.cruz@hotmail.com
Bacharelado em Teologia pela Faculdade Dehoniana (SP)
Costuma-se dizer que o tempo da Quaresma é um tempo favorável, essa inspiração vem do Apóstolo Paulo: "No tempo favorável, eu te ouvi. E no dia da salvação vim em teu auxílio. Eis agora o tempo favorável por excelência. Eis o dia da salvação" (2 Cor 6,2). É bem verdade, que não exista nenhum tempo que não seja e nem esteja repleto dos favores divinos e a graça de Deus sempre nos conduzirá em qualquer momento, principalmente no tempo presente, para o encontro com a sua misericórdia. Contudo e, sobretudo, os nossos corações devem mover-se com maior fervor para a perfeição espiritual cheios da mais viva confiança, para que renovados e "com o corpo e alma purificados, celebremos o mistério que está acima de todos, o da Paixão do Senhor" (São Leão Magno, IV Sermão sobre a Quaresma).
Exige-se para quem quer viver a força transformadora da Páscoa em sua vida, fazer a ruptura com o pecado e todas as suas consequências. O ponto decisivo nesta ruptura será feito pelo amor. O amor que dá a vida pelos amigos, e também amor aos inimigos, pois, "esse mar de misericórdia não pode penetrar em nosso coração enquanto não tivermos perdoado aos que nos ofenderam. O amor, como o Corpo de Cristo, é indivisível: não podemos amar o Deus que não vemos, se não amamos o irmão, a irmã, que vemos" (cf. 1 Jo 4,20). Se houver recusa neste amar o próximo, é porque ainda há muita dureza no coração, muito fechamento para a graça divina, tornando-o impermeável a misericórdia de Deus Pai. É na confissão dos pecados que a graça de Deus age. Vale guardar as palavras de São Cipriano: "Com efeito, tudo pertence a Deus: a quem possui Deus, nada lhe falta, se ele próprio não falta a Deus" (Catecismo da Igreja Católica, nº 2830). Como percebemos, há uma permuta entre Deus e o homem, que deve ser da correspondência, pois Deus não falta ao homem em suas necessidades, como da mesma maneira o homem não pode faltar a Deus no reconhecimento de sua grandeza e majestade, e acima de tudo em sua misericórdia que é eterna e infinita. Trata-se de um esforço continuo, de uma labuta diária para fazer a vontade de Deus em todas as circunstâncias. Com isso, vemos que a nossa salvação é laboriosa, mas convém que tenhamos a alegre confiança e certeza de que devemos orar e trabalhar a fim de alcançarmos a meta de nossa feliz consumação, como ensina-nos o grande Santo Inácio de Loyola: "Rezai como se tudo dependesse de Deus e trabalhai como se tudo dependesse de vós" (Catecismo da Igreja Católica, nº 2834). Deus age é verdade, mas somos nós os cooperadores de sua graça; pois, se não abrirmos o coração, a graça de Deus ficará inacessível.
Como a chave do perdão é o amor, pois este não busca interesses que são seus, pelo contrário, doa-se sem medida e sem reservas, devemos manter a vigilância do coração; ou seja, em guardar o coração, preservando-o de toda maldade, principalmente da falta de abertura para com o próximo, para aqueles que tanto necessitam de nosso perdão. E para uma vida de redimidos pela graça de Deus, temos que ter em mente que o perdão ao próximo é fundamental para termos "as mãos limpas e um coração puro" para aproximar-nos do altar de Deus: "Deus não aceita o sacrifício dos que fomentam a desunião; Ele ordena que se afastem do altar para primeiro se reconciliarem com seus irmãos: Deus quer ser pacificado com orações de paz. Para Deus, a mais bela obrigação é nossa paz, nossa concórdia, a unidade no Pai, no Filho e no Espírito Santo de todo o povo fiel" (São Cipriano, Dom. orat. 23: PL 4, 435c- 536A).
É salutar e confortadora essas poucas, mais profundas palavras de Santo Ambrósio: "Quem se entrega a Deus não teme o demônio" (Catecismo da Igreja Católica, nº 2852), bem como a do salmista: "Espera no Senhor e sê corajoso! Fortifique-se teu coração; espera no Senhor!" (Sl 26,14). Deste modo, convido-o (a) a fazer a experiência da reconciliação com os irmãos e viver a vida divina na Páscoa semanal, a Eucaristia, fonte mais genuína de nossa verdadeira reconciliação, pois, é por este ato sublime que o Pai continua manifestando a sua misericórdia, reconciliando o mundo consigo através de seu Filho Unigênito, o Cristo nosso Salvador, que vertendo sangue de seu lado aberto na cruz, introduziu a todos na vida celestial
Embrião humano é uma pessoa sim!!!
Ogeni Luiz Dal Cin*
Originalmente, no mundo antigo, pessoa significava a máscara do ator que representava uma personagem ou o papel do indivíduo nas representações sociais, sempre algo exterior. Aparência. Tanto num caso como noutro, pessoa era pura exterioridade, o que aparecia para os outros, ocultando a verdadeira subjetividade, o fundamento do ser.
Com o cristianismo, a pessoa passa a significar o próprio conteúdo substancial escondido atrás das aparências exteriores e das representações teatrais ou sociais do ser humano. É a essência substancial constitutiva do ser humano, a fonte da dignidade.
A mudança do conteúdo do conceito de pessoa deu-se em razão do esforço teológico cristão de chegar a compreender um pouco mais a respeito do Deus revelado: um só Deus em três Pessoas da mesma natureza. E como o homem foi criado “à imagem e semelhança” desse Deus, o conceito de pessoa passa a ser a chave definidora do ser humano também, através da filosofia antropológica.
Ora, essa ‘imagem e semelhança’ está sob a máscara, não é a máscara; a máscara expressa, mas não esgota a absoluta dignidade constitutiva da ontologia subjetiva da pessoa humana. Ou seja, a pessoa humana transcende a todos os demais seres e não pode ser violada por nenhum poder humano, porque ela traz em sua substância uma constituição ontológica que não decorreu exclusivamente do humano ou da natureza, mas do Criador. Sem Deus não há como salvar o homem. Nossa Constituição foi promulgada ‘sob as bênçãos de Deus’, mantendo-se dentro da tradição personalista que plasmou nossa história.
Nesse sentido, pouco importam a exterioridade, as diferenças, as fases da vida, a idade, pois o que importa, antes de tudo, é que há uma pessoa, ser original que transcende o mero dado, fundamento ôntico da igualdade, cuja substância é de natureza racional, não querendo significar, com isso, que a racionalidade deva estar em ato o tempo todo e em todas as suas etapas de desenvolvimento. Desde que haja uma vida de natureza humana, não importa o grau de desenvolvimento em que se encontra, nem o grau de consciência própria, aí há uma pessoa humana portadora de uma dignidade absoluta, cujo dever do Estado é de zelar, defender, proteger e promover as condições de seu desenvolvimento.
]Naturalmente, então, o direito à vida estende-se da concepção até a morte natural, protegida pelo “não matarás” garantido pelo Estado. É antinatural aceitar que a régua do tempo ou o período de desenvolvimento da pessoa, independentemente dos nomes que lhes são dados, tornem-se critérios legais concedentes de poder absoluto ao Estado para reduzir ou aniquilar o direito à vida da pessoa humana.
O interesse de controlar o direito à vida da pessoa humana, ditado por interesses multinacionais, financiando a propaganda do aborto, subjugando a alma nacional, é prática de eugenia da natureza humana dos excluídos sociais porque visa, em concreto, por meio de clínicas abortivas, instaladas preferencialmente nas periferias das grandes cidades, a controlar a demografia dos pobres e dos negros, como declarou, nessa senda, a Deputada Fátima Pelaes.
Mas os políticos alheios à defesa da soberania nacional nesta grave questão dos nascituros, não investigam a entrada do dinheiro destinado à promoção de crimes contra a natureza humana dos nascituros, nem se preocupam com a discriminação, que daí pode decorrer, em relação aos pobres e negros, cuja população subliminarmente passaria a ser melhor controlada.
Será que preferem, ao invés, proteger interesses escusos? O que é que faz compensar tais omissões? Por que os políticos não querem discutir o problema com os seus eleitores, enganando-os depois? Por que aquela mídia preconceituosa em relação ao direito à vida dos nascituros parte da crença de que todo aquele que defende a vida da natureza humana desde a concepção, defende apenas uma ideia religiosa, sem respaldo na realidade, como se matar nascituros humanos não tivesse nada a ver com o direito à vida e como se a religião não fosse um fato natural do homem? Os promotores da morte dos nascituros e a preconceituosa mídia têm suas crenças centradas em que quem defende a vida dos nascituros são pessoas preconceituosas. Ora, o suprassumo dos preconceitos é o preconceito daquele que se julga não ter preconceito. Como não admitem a defesa do direito à vida dos nascituros, do alto de sua prepotência, declaram que todos os demais são preconceituosos. Não bastasse isso, por que falsificar dados para criar uma falsa justificativa para matar os nascituros humanos? Mas igual decreto de morte não pode ser aplicado a alguns animais irracionais (criminalização da destruição de ovos de tartaruga). Ou seja: nenhum nascituro humano teria o direito à vida, enquanto alguns animais o teriam garantido pelo Estado, com a força da lei.Colocam-nos abaixo dos animais em valor e dignidade.
Bem, até o direito de mentir para melhor promover o aborto é mais importante que o direito à vida dos nascituros! Por que romper a multissecular história da pessoa humana fundadora da cultura ocidental para justificar uma escusa prática de eugenia dos excluídos sociais? Ora, se as pesquisas atestam que mais de 70% dos brasileiros são francamente contra o aborto, por que, mesmo assim, uma pequena minoria, sem legitimidade popular, a serviço de interesses internacionais escusos tudo fazem para introduzir o aborto? Por que temem tanto uma CPI do aborto? Por que não revelam suas razões de fato, não as aparentes? A verdade sempre estará do lado da vida, a mentira do lado da morte.
Logicamente, quem condena o nazismo, não pode justificar o direito de matar nascituros humanos, renovação do holocausto. E, paradoxalmente, “todos os que são a favor do aborto já nasceram”.
O embrião humano é uma pessoa humana, sim senhor. Não é o Estado que faz a pessoa humana; a pessoa humana inicia-se na concepção. Fora dessa perspectiva antropológica personalista, o Estado torna-se um ditador, um senhor prepotente da pessoa humana e dos seus direitos. E, sem o primado da pessoa humana, todos os demais direitos passam a depender da vontade volúvel que se instala no exercício do Poder político.
* O autor é advogado e filósofo. Foi membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia
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